5 de dez. de 2012

Reciclar é muito mais que parar de utilizar sacolas plásticas


     Você já organizou ou, pelo menos, participou de uma festa de aniversário infantil? É fácil imaginar a decoração primorosa com o tema preferido do aniversariante, balões, muitos balões, as mesas repletas de brigadeiros, dois amores, trufas e tantos outros docinhos e salgadinhos de festa que nos enchem os olhos e garantes umas gramas de gordurinhas extras. Os presentes embalados em papéis e ou plásticos lindos que, as vezes, nem dá vontade de abrir para ver a surpresa no interior.  E o auge da festa, o parabéns e o bolo de aniversário. Tudo tão lindo, tão perfeito, para garantir a felicidade dos pais e do aniversariante...

     Agora, pense: cada 50 balões vem embalados num saco plástico, numa festa infantil são gastos, geralmente, muito mais de 300 balões, que são descartados após a festa . Cada vez que uma criança vai tomar um suco ou um refrigerante, ela utiliza um copo descartável, porque não sabe onde deixou o anterior. A cada brigadeiro ou outro doce consumido, existe uma forminha e um plástico que o envolve. Isso sem falar nos pratinhos e talheres descartáveis utilizados para saborearmos o delicioso bolo.

     Continuando com a linha de raciocínio: alguém (independente de quem ou quantos foram os envolvidos), foi ao supermercado ou atacadista ou distribuidor comprar os os balões, os copos descartáveis, os guardanapos, o leite condensado para fazer os doces, os ingredientes para os salgados (peito de frango e farinha de trigo para a massa das coxinhas, por exemplo) e tudo isso veio acondicionado em suas embalagens próprias e, geralmente, saem do supermercado ou atacadista ou distribuidor, em sacolas plásticas. Na hora de virarem doces e salgados, são descartadas suas embalagens originais e colocadas em recipientes próprios para os mesmos e que durante a festa são descartados para serem consumidos.

     Pense, tente imaginar a quantidade de lixo que tudo isso envolve. Isso sem comentar o processo de cada item mencionado, enquanto matéria prima, até chegar ao supermercado ou distribuidor ou atacadista.
A festa de aniversário infantil é somente um exemplo utilizado para mostrar o quanto produzimos lixo. E, nesse caso, lixo reciclável. A ideia é mostrar que as sacolinhas plásticas são apenas um detalhe diante de todo o lixo que descartamos. O objetivo não é ser contra a utilização de sacolas de tecido ou outro material reciclável que não seja o plástico, mas mostrar o fato de que as sacolas plásticas são apenas a ponta do iceberg e não resolvemos um problema olhando somente o topo.

     Pense nisso. Não quero aqui defender que as sacolas plásticas devem ser utilizadas, entendo que há algo muito maior que isso. Pense em quanto um supermercado de grande porte lucra com o fim das sacolas. Se esse valor for repassado ao consumidor, eu aceito.

7 de fev. de 2012

Não sei quem é o Mocinho e quem é o Bandido

Curitiba, nesses últimos dias, está com temperaturas elevadíssimas.
Não somente com relação ao clima. No último domingo, logo após a tradicional apresentação do bloco carnavalesco Garibaldis e Sacis, houve um tumulto no Largo da Ordem, região central de Curitiba, terminando num confronto entre a polícia militar e foliões. Como se isso não bastasse, alguns policiais militares usaram as mídias sociais, mais precisamente o Facebook, na tentativa de justificar o ocorrido. Eis algumas pérolas:

"Batemos pouco... para quem não sabe festar... a polícia sabe educar"
"Quem enfrenta a polícia ... é bandido"
"Defendo meu estado com unhas e dentes, no meu caso, com borracha e BOMBAA!"
"Bandido tem que ser tratado como bandido... E aqui no Paraná bandido não se cria"

Afinal, prenderam os bandidos? Estavam infiltrados no meio dos foliões que foram agredidos pela polícia?

"Aqui no Paraná bandido não se cria" Como explicar essa frase, postada por um policial militar, quando, no mesmo domingo que ocorreu o fato, a revista Veja mostra a matéria sobre a pesquisa Mapa da Violência 2012, divulgada há dois meses pelo Instituto Sangari, que mostra que, em dez anos, Curitiba saltou da vigésima para a sexta posição no ranking das capitais com maiores índices de homicídio. São 55 homicídios para cada 100 000 habitantes. E no Paraná bandido não se cria????
Porque eles, os policiais, não comentaram sobre a pesquisa? O que, efetivamente, eles não fizeram para que isso acontecesse?



É gritante o despreparo da polícia, tanto civil quanto militar. Isso não somente devido ao acontecimento de domingo. Relato agora, dois fatos que aconteceram comigo:

O primeiro aconteceu há pouco mais de um ano, quando eu e minha família estávamos no início da viagem para Santa Catarina, no contorno Sul, o trânsito estava lento devido ao movimento e duas viaturas da polícia civil nos ultrapassaram. Um dos veículos estava com cinco pessoas. Meu marido até comentou que era muito provável que estavam levando algum detento num carro impróprio para isso. Dito e feito. Na lombada eletrônica do contorno, na Cidade Industrial, os carros praticamente pararam e saiu um homem algemado correndo em direção ao bairro. Os policiais, a paisana ,saem do carro e um deles saca a arma  e aponta em nossa direção, como se nós, no carro atrás deles, tivéssemos alguma coisa com o ocorrido. Imagina o desespero de uma mãe com seus três filhos e marido dentro do carro e um homem sem a farda da polícia com uma arma apontada na nossa direção?
Transportar um detento num carro impróprio. Uma atitude primária, que acarretou na fuga do bandido.

O outro fato aconteceu recentemente, no dia 21 de dezembro de 2011. Estava de carro na fila do estacionamento da  Praça Rui Barbosa, no centro de Curitiba. A fila terminava exatamente na faixa destinada aos pedestres e coloquei meu carro antes da faixa mesmo com o sinal fechado para o pedestre, nunca se sabe quanto tempo vai levar para a fila andar. Havia, na praça, uma viatura da polícia e três policiais conversando com umas pessoas que estavam num carro branco parado indevidamente na grama da praça, ao lado da canaleta do ônibus que vem da Rua Alferes Poli. Um dos policiais veio ao encontro do meu carro e disse "Senhora, pode seguir em frente, o sinal para pedestre está fechado". Respondi que sabia disso, mas como estava na fila para o estacionamento, eu poderia demorar com o carro em cima da faixa. Ele falou não tinha problema, eu poderia seguir. Fiz o que ele disse e ele saiu. Menos de vinte segundos depois, chega uma policial feminina, também militar, dizendo que eu não posso parar com o carro em cima da faixa de pedestre e que eu deveria sair e dar a volta na quadra para estacionar. Expliquei que ela tinha razão, que eu sabia disso, mas que o colega dela que está lá atrás (apontei para o policial) me liberou para ficar onde estava. Ela simplesmente colocou uma das mãos em cima da arma e a outra sacou o bloco de multas e disse gritando: "Saia imediatamente ou eu lhe notifico!" Tentei argumentar, mas não tinha conversa, qualquer coisa que eu tentasse dizer ela não iria ouvir. Concordei com a cabeça e observei que a fila para o estacionamento andou, fiz toda uma encenação para mostrar que estava retirando o meu carro dali, enquanto os carros da frente andavam alguns metros, o suficiente para que eu saísse de cima da faixa. Quando o carro da frente seguiu, eu também segui , olhei para a policial e falei amorosamente: "agora aqui eu posso ficar ou você tem alguma coisa contra?"
Não quero que estendam tapete vermelho, quero que me tratem como cidadã que sou, quero que não abusem do poder que eles têm por vestirem uma farda. Entendo que os salários deles são uma vergonha, para nos protegerem.
Para nos protegerem.
Essa é a função deles: nos protegerem. Não é mais que obrigação, não é gentileza, é para isso que existem.
Assim como as leis são feitas para serem cumpridas.
Assim como temos que pagar impostos.
Assim como os governantes que são eleitos para nos representarem.
E não estou fazendo piada.

Se o objetivo de tudo isso é amedrontar a população. Confesso que da minha parte eles alcançaram esse objetivo. Tenho medo. Tenho medo deles dizerem que eu os agredi verbalmente, afinal a palavra deles vale mais que a minha. Não confio. Não sei quem é mocinho e quem é bandido. E quem perde é sempre a população.


25 de dez. de 2011

Boas Festas e Feliz vida sempre!!!



Neste ano vou fazer diferente.
Desejo um ótimo Natal, com todos os seus!

Mas não desejarei um Feliz Ano Novo.

Não desejarei felicidades neste ano que se inicia e
que você encontre alegria, amor e sucesso em 2012.
Não vou desejar que este novo ano seja o melhor de todos os anos de sua vida.

365 dias é pouco para o que eu realmente desejo a você. 

Para 2012 eu desejo que você olhe para trás por alguns momentos. 
Momentos suficientes para perceber tudo que aprendeu, que lembre de todas as pessoas que ficaram ao seu lado, torcendo para seu sucesso, que o apoiaram nos momentos difíceis, seja no trabalho, na família ou no amor.

Continue olhando para trás e veja o que você fez de positivo para seus amigos, seus colegas, sua família, sua comunidade e até mesmo para pessoas que você nunca viu.

Eu desejo que com esse mesmo olhar, você pense na vida que quer ter. Escolha sua melhor parte para que ela se torne inteira em sua vida. Pense e trabalhe nisso. É possível, é só querer.

Desejo que você descubra o que lhe dá prazer. Que faça o que ama e ame o que faz.

Desejo que você não seja perfeito nem que sofra em busca da perfeição. Afinal, errando aprendemos mais, ficamos melhores.

Desejo que você seja uma pessoa melhor todos os dias.
E um ano é pouco para todos esses desejos
Eles são desejos para uma vida, para a sua vida, para a minha vida, para a nossa vida.
Então, desejo que possamos ser pessoas melhores todos os dias sempre e para sempre.
Feliz Vida Sempre!!!!  
E não precisa esperar o Ano Novo para isso, vamos começar AGORA!!!


18 de nov. de 2011

Mãe que é mãe vira adolescente!

Como eu sempre digo, não basta ser mãe, tem que participar. E assim, as mulheres aqui de casa foram ontem para o shopping enfrentar uma fila de três horas, depois mais duas horas de espera sentadas na sala de cinema para a pré-estreia às 23:55h do filme Amanhecer. Pensa se alguém reclamou? Mesmo sabendo que teriam que acordar hoje cedinho para ir à escola? Mesmo tendo passado um calor insuportável dentro da sala do Cinemark do Shopping Muller? Mesmo após o filme, quando enfrentamos mais uma fila enorme para pagar o estacionamento? Mesmo tendo que ir e vir apertadinhas no carro para caber todas. Nenhuma queixa, só sorrisos e suspiros.
Foi assim que minha Gabi quis passar a noite de seu 12° aniversário. Foi assim que nós, seis adolescentes (sim, não pude evitar, me senti uma adolescente ao lado de minhas meninas e suas amigas), passamos a noite e metade da madrugada de ontem. E participar da alegria intensa dessas meninas lindas, não tem preço.

Aproveito e posto um texto que fiz para o outro blog há algum tempo sobre a Saga Crepúsculo.


Sim, eu li.

É isso mesmo: li e não me arrependo.  Leria todos novamente, na verdade estou pensando seriamente em voltar a ler nesse momento. Não. Não estou louca e se estivesse não admitiria. Sim, fui mordida e nem doeu, eu deixei que me mordessem e o pior, eu gostei. Tarde demais, agora estou contaminada. Faço parte da legião de fãs que aguardam a seqüência da Saga Crepúsculo, livros e filmes.
Como a Alice que deixou ser conduzida ao país das maravilhas eu fui sugada pelas presas de Edward Cullen. Consumi vorazmente o que chamam de literatura “comercial”.  E tem mais, li e não me preocupei com a escrita literária da Stephenie Meyer, não me preocupei com a forma, fui sucumbida pela história. Apaixonei-me. Não quero falar do enredo da história porque todos já sabem, já está mais que batido. Quero apenas salientar que o homem perfeito, aquele que todas as mulheres sonham em um dia encontrar, é um vampiro.    
Sei que alguns vão “torcer o nariz” ao saber disso, mas agora entendo e, de certa forma, compartilho com essa relação de devoção que as adolescentes nutrem pela saga. Mas, olhando para o lado bom (mas há lado ruim?), Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer me deram motivação necessária para ler O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Bronte, sem eles não teria conseguido. E na seqüência deste, li os clássicos: Razão e Sensibilidade, Orgulho e preconceito, Persuasão, de Jane Austin, também impulsionada pela saga.
Isso me fez pensar numa meta que há muito tempo impus e que ainda não cumpri, de ler os grandes clássicos da literatura mundial: Hemingway, Victor Hugo, Homero, Clarisse Lispector, Maquiavel, Santo Agostinho, Tolstoi e tantos outros como Gabriel Garcia Marques e os seus Cem anos de solidão, que me aguarda neste momento.
Agora entendo que, quando se trata de leitura, o preconceito deve ficar de lado, tudo é válido, devemos ler aquilo que nos agrada seja ela comercial, clássica, best-seller ou não. Mas entenderei perfeitamente se, quando nos encontrarmos, você tiver um dente de alho amarrado no pescoço e um vidro de água benta nas mãos... 

OBS: O Gabriel Garcia Marques e os Cem Anos de Solidão continuam me esperando pacientemente. Já a Clarice Lispector virou minha grande amiga. Também me deliciei com outros escritores recentes. Hemingway está no topo da lista das próximas leituras.

29 de out. de 2011

Titanic - a exposição

Obs: Para entender esse post, recomendo ler o anterior.


A passageira Sra. Margaret Ann Watson, esposa de Edward Ford, de 48 anos de idade, viajante da terceira classe, estava com quatro de seus cinco filhos. Margaret, que foi abandonada por seu marido após dar à luz ao quinto filho deles, enfrentava dificuldades em sustentar a família. Quando soube do sucesso de sua filha mais velha nos Estados Unidos, decidiu levar sua família para lá, já que, com o peso da idade para a época, não estava dando conta de administrar uma pequena fazenda avícola na Inglaterra.

Foi com o cartão de embarque da Sra. Margaret, que conferi a mostra "Titanic: a exposição - objetos reais histórias reais". 
Desde a ambientação sonora e dos próprios objetos até as belas recriações de ambientes como a sala das caldeiras e a luxuosa cabine de primeira classe é possível retornar no tempo ou, se você preferir, fazer parte do elenco do filme de James Cameron.
Quem leu a história ou assistiu ao filme é quase impossível não se comover com todos os artefatos reais que contam a trágica história que mudou para sempre a vida das 2.228 pessoas a bordo, inclusive a da Sra. Margaret, que não teve a sorte dos 705 sobreviventes.


"Não poderia imaginar qualquer desastre fatal acontecendo com essa embarcação, a construção naval moderna já foi além disso" (Capitão Edward J. Smith)  


Objetos resgatados do fundo do mar

Capa New York American

19 de out. de 2011

Titanic navega em mares curitibanos



Pela primeira vez no Brasil, a mostra "Titanic: a exposição - objetos reais, histórias reais", vista por mais de 22 milhões de pessoas, em 85 cidades ao redor do mundo, estará aberta a visitação a partir do dia 28 deste mês, até janeiro de 2012, no ParkCultural em Curitiba. 
São 243 objetos originais do navio, retirados do fundo do mar, incluindo frascos de perfume, partituras, um alfinete de diamantes, uma escotilha e um pedaço do casco da embarcação. A exposição oferece também, a reprodução de um iceberg de 3, 5 metros.
Quando chegam à exposição, os visitantes fazem um regresso na história, vão até o ano de 1912, recebendo logo na entrada uma réplica do cartão de embarque, em seguida, entram em uma viagem cronológica da tragetória do navio, deslocando-se através de sua construção, passando pela vida a bordo, pelo naufrágio malfadado até os esforços de resgate.
A exposição conta com oito galerias distribuídas em 1.500 metros quadrados que relata a história do Titanic e dos passageiros a bordo. 
O Titanic naufragou no dia 15 de abril de 1912, foram 1523 pessoas mortas e 705 sobreviventes. Seus destroços foram encontrados somente em 1985, a 4 km de profundidade, no Atlântico Norte.




Saiba mais:
ParkCultural: Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600, Mossunguê
Entradas no valor de R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 meia.
Horário: Segunda a sexta das 11h às 20h
               Sábados, domingos e feriados das 10h às 22h.
Informações: (41) 3377-6600

7 de out. de 2011

Wilma! Faça alguma coisa. - O peso das redes sociais.

Com a proximidade do Dia das Crianças, dia 12 de outubro, usuários das redes sociais trocaram a foto do perfil por imagem do personagem dos desenhos animados ou história em quadrinhos que mais se identifica.  Aderindo assim, a campanha contra a violência infantil criada pela empresa O Melhor da Vida (facebook.com/omelhordavidapage ). Desde o início da campanha até o momento, mais de 100 mil pessoas já mudaram sua foto pelo desenho animado. A campanha foi lançada na internet através da homepage da empresa e de blogs parceiros e rapidamente se alastrou, conquistando vários adeptos. 
Mesmo ciente de que uma simples mudança na imagem do perfil nas redes sociais em nada muda o fato de que milhares de crianças sofrem abuso, quem gostou, aderiu a campanha e até mesmo se divertiu relembrando o tempo de infância e os desenhos preferidos. O protesto, que ganhou grande dimensão nas redes, serviu também para divulgar o contato da Polícia Federal e o Disk Denúncia. Já, quem não gostou, criticou severamente.
Entre os usuários do Facebook que não aderiram, várias são as mensagem dizendo que a troca de imagens pode prejudicar as investigações da Polícia Federal contra os pedófilos. Que aderir a campanha é um ato insignificante... e por aí vai.
Certamente esse apoio à campanha é um ato muito pequeno, basta somente trocar a imagem do perfil e só, o usuário das redes já fez a sua parte e, como Pôncio Pilatos, lavou suas mãos, voltou ao trabalho ou continuou interagindo com seus amigos e colegas de rede, enquanto a violência continua.
Mas aí fica a pergunta: O que foi feito antes disso? Qual mobilização que você participou ativamente e que mudou a realidade dessas crianças ou de qualquer outro assunto delicado e cruel como esse?
A hipocrisia é a especialidade daqueles que estão amedrontados com o peso, a força que as redes sociais estão experimentando. Já foi dito aqui no blog (veja aqui), que a voz das redes pode transformar a realidade. Talvez vemos essa campanha como o grande começo, quem sabe?
Como Fred Flinstsone diria: Wilmaaaa!, faça alguma coisa!!!! Vamos então, Wilmas, Marias, Pedros, josés, Anas... todos, "fazer alguma coisa". Pequenina, dessa vez, mas é melhor que não fazer nada.


Wilmaaaa! Faça alguma coisa!